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Paraciclismo
 
 

“Luís Costa abre participação no mundial com medalha de bronze”

A seleção nacional arrancou com a sua participação no Campeonato do Mundo de Paraciclismo em Baie-Comeau, na região do Quebec, no Canadá, com Luís Costa a conquistar a medalha de bronze na prova de contra-relógio individual, na classe H5.
A participação portuguesa no Campeonato do Mundo de Paraciclismo teve início, com as provas de contra-relógio, onde marcaram presença Luís Costa, na classe H5, e Flávio Pacheco, em H4.
Depois de ter conquistado duas medalhas durante a Taça do Mundo, que teve lugar também na região do Quebec na semana passada, Luís Costa tornou a subir ao pódio, desta vez para receber a medalha de bronze. O corredor português completou os 18,9 quilómetros em 30m36s, ficando apenas atrás do neerlandês Mitch Valize, que venceu a prova, e do francês Loic Vergnaud.
Luís Costa mostrou-se feliz com este resultado que, por momentos, chegou a duvidar que viria a conseguir alcançar. “Estava confiante de que poderia lutar pelo pódio, pois estou no meu melhor momento de forma de sempre. No entanto, não me senti tão bem durante a prova e tive algum receio em certas zonas do percurso, um pouco mais perigosas devido ao vento. Nessa altura, duvidei que ainda poderia chegar ao pódio, mas fui buscar forças para seguir a um bom ritmo até ao final. Quando percebi que era terceiro foi um alívio enorme. Estou muito feliz e espero na prova de fundo poder vir a lutar por um lugar no pódio novamente”.
Flávio Pacheco foi 12.º na sua classe (H4), tendo percorrido os 18,9 quilómetros em 32m59s. O vencedor da prova foi o neerlandês Jetze Plat, que gastou 28m10s.
O selecionador nacional de paraciclismo falou sobre a prestação de ambos os corredores. “Depois das duas medalhas que conseguimos na Taça do Mundo, sabíamos que os olhares estavam postos em nós. Antes do início da prova disse ao Luís que tinha de acreditar nele próprio e que o pódio era possível de alcançar. Esteve muito bem e estou muito satisfeito com este resultado que ele conseguiu. É muito importante, não só para a confiança dele, mas também para o paraciclismo em Portugal. O Flávio teve uma participação mais modesta, dado que a sua classe é também muito difícil. Apesar disso, estou satisfeito com o resultado que ele conseguiu”.
Fonte: Federação Portuguesa Ciclismo

 
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